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Elevadores

Não há dúvidas de que a segurança é o atributo mais importante de um elevador. Depois, vêm o conforto e a estética. A fim de evitar acidentes e problemas – como abertura das portas com o equipamento em movimento, desnível entre a cabina e o pavimento durante as paradas, rompimento dos cabos e mau contato na botoeira da cabina ou dos andares –, a manutenção deve ser feita a cada 30 dias por uma empresa credenciada.

Quando o assunto é design, não há limites para a criatividade. Muitos desses equipamentos são verdadeiras obras de arte, com os mais variados formatos e tecnologias. Conheça alguns modelos surpreendentes.

A lei que regulamenta o uso de elevadores é municipal. Mas existem várias normas da ABNT que devem ser seguidas pelos fabricantes: a NBR 5666 define os termos empregados na instalação desses equipamentos; a NBR NM 207 estabelece os requisitos de segurança para construção e instalação; a NBR 5665 determina o procedimento para cálculo de tráfego; e a NBR 15597/2008, desenvolvida com base em uma norma europeia, tem como objetivo adequar os equipamentos antigos aos padrões atuais de segurança. Além dessas normas, a Lei Federal n° 5.296, de 2004, estipula regras gerais e critérios básicos para a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Necessidade de modernizar

Elevadores com mais de 20 anos de uso podem apresentar problemas, colocando em risco os usuários e elevando os custos com manutenção. Por isso, recomenda-se que máquinas muito antigas sejam modernizadas parcial ou totalmente.

Com alterações tecnológicas na máquina de tração, no quadro de comando e em outros dispositivos, o desempenho melhora (por exemplo, inversores de frequência desaceleram gradualmente a velocidade suavizando o movimento, e sensores ópticos identificam a posição da cabina e evitam os “degraus” nas paradas) e economiza-se cerca de 40% de energia.

A redução no consumo de energia é obtida por meio de inversores de frequência nos comandos eletrônicos, que reduzem os picos de partida; substituição das lâmpadas comuns por lâmpadas LED; sistema inteligente que desliga alguns componentes automaticamente depois de algum tempo inativos; softwares que otimizam o tráfego (o usuário escolhe o andar ainda no hall do prédio, antes de entrar no elevador, e grupos de pessoas que vão para o mesmo andar são criados); ou máquinas gearless, que gastam 30% menos energia. Além disso, esse modelo não possui engrenagem, dispensa o uso de óleo lubrificante, reduzindo o risco de vazamentos e produzindo poucos ruídos e pouca vibração.

Já as mudanças visuais (troca de peças, revestimento, porta, piso, acessórios, iluminação etc.), proporciona mais conforto aos usuários e valoriza o imóvel em até 10%.

Além dos prédios

Elevadores residenciais são uma forte tendência hoje na arquitetura, principalmente em casas onde há moradores com dificuldade de locomoção. A vácuo, hidráulicos ou eletromecânicos, eles não necessitam de casa de máquinas e fosso, podem ser construídos em residências prontas e, pelo tamanho reduzido, consomem pouca energia. O visual acompanha o estilo e a decoração da casa.

Elevadores também podem ser usados em obras urbanas para integrar uma área baixa a outra alta. Exemplo disso é o Complexo Elevador Rubem Braga, inaugurado em 2010, no Rio de Janeiro (RJ), que leva moradores do morro Cantagalo ao bairro de Ipanema e à Estação de Metrô General Osório. Além de funcionais, os equipamentos são panorâmicos, permitindo aos usuários vislumbrar a linda paisagem carioca.

Leia também: Por que modernizar elevadores? E mais: Referências de escadas internas e escadas externas e rampas

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