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Educação e Cultura

Ambientes corporativos precisam ser sóbrios? Não necessariamente. O projeto arquitetônico e a decoração variam de acordo com o perfil da empresa. Mas características que estimulem a produtividade e, sobretudo, o conforto são sempre bem-vindos. Assim, a arquitetura corporativa busca criar espaços dinâmicos que contemplem um bom projeto luminotécnico, móveis ergonômicos, divisórias eficientes, boa acessibilidade e, sempre que possível, também plantas, pois, além de embelezarem o espaço , ajudam a limpar o ar.

Escritórios

SP, SÃO PAULO, Brasil

Ambiente e Aplicações:
Diferenciais técnicos:
Materiais predominantes:

Arealis

Edificações Corporativas

SP, SÃO PAULO, Brasil

Diferenciais técnicos:
Design /
Materiais predominantes:

Studio dLux

Edificações Corporativas

RS, BENTO GONÇALVES, Brasil

Diferenciais técnicos:
Design /
Materiais predominantes:

Pulse Arquitetura

Escritórios

SP, SÃO PAULO, Brasil

Ambiente e Aplicações:
Diferenciais técnicos:
Materiais predominantes:

Studio Igor Miyahara

Escritórios

SP, BARUERI, Brasil

Materiais predominantes:
Vidro /

/ AR Arquitetura & Design

Projeto luminotécnico

A iluminação é um item de suma importância em projetos corporativos, pois está diretamente relacionada ao bem-estar e ao desempenho de quem trabalha no ambiente. Uma iluminação inadequada pode provocar cansaço, tirar a concentração e levar a erros ou até mesmo a acidentes.

Os erros mais comuns em projetos de iluminação são: ofuscamento indireto, índice de iluminância equivocado (o ideal para escritórios é de 500 lux ou mais, dependendo da tarefa executada na área), temperatura de cor inadequada (a branca “luz do dia” ou “branca fria”, entre 5.000 e 6.000 Kelvin, é a ideal) e luminárias de má qualidade e/ou mal posicionadas. Veja mais detalhes nas matérias “Ambientes coorporativos requerem bom projeto luminotécnico”.

Para definir quais recursos de iluminação serão empregados, deve-se levar em conta a necessidade da empresa e as atividades realizadas em cada ambiente, além de considerar se o pé-direito é alto ou baixo, se há incidência de luz natural, se serão usados espelhos e cortinas, e quais são as cores e os materiais dos móveis, entre outros critérios. Por isso, é importante que o projeto luminotécnico seja integrado ao projeto de arquitetura coorporativa, ou seja, feito em parceria com o arquiteto.

Com todas essas informações em mãos, pode-se optar por iluminação geral (no teto), iluminação na mesa de trabalho, iluminação para destacar objetos decorativos e quadros ou, ainda, por sistemas automatizados que imitam a luz do sol ou aumentam a intensidade da luz artificial conforme a noite vai chegando e, consequentemente, a iluminação natural diminuindo. Independentemente da opção escolhida, deve-se seguir as diretrizes estabelecidas pela Norma Técnica ABNT NBR ISO/CIE 8.995-1.

Para garantir a eficiência energética e a sustentabilidade do projeto, é interessante trocar as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes ou por LEDs, que consomem menos energia, duram mais e emitem menos calor, entre outras vantagens. Ainda que seu custo seja maior, pois em geral os melhores produtos são importados, trata-se de uma opção benéfica em longo prazo.

Pisos elevados

Os pisos elevados são ideais para projetos de arquitetura corporativa, pois as placas modulares são colocadas sobre o substrato de forma que sobre um espaço entre eles, onde podem ser abrigados cabos elétricos e de telecomunicações, além de tubulações e instalações do ar-condicionado, que são abundantes em empreendimentos empresariais. Outras vantagens desse tipo de piso é a colocação rápida (entre 300 e 400 metros² por dia, pois pode ser instalado diretamente sobre a laje, sem necessidade de contrapiso), e o isolamento termo-acústico.

Há uma grande variedade de pisos elevados disponíveis no mercado: o mais tradicional é composto de placas de aço preenchidas com concreto celular; metálicos; termoplásticos; minerais; e monolíticos. A matéria “Pisos elevados são ideais para ambientes coorporativos” traz mais informações sobre esse tipo de piso.

Divisórias

Presentes na maioria das empresas, as divisórias organizam os espaços e garantem a privacidade dos funcionários, podendo ser fixas ou móveis. Quando são móveis, deslizam e podem aumentar ou diminuir de tamanho conforme a necessidade. Para garantir a segurança, os produtos devem ser fabricados de acordo com as normas da ABNT.

Há muitas opções de divisórias no mercado: modelos mais simples, como as divisórias navais, fáceis de montar e econômicas; e mais estruturados, como os sistemas modulares industriais piso-teto, que vêm com porta, batente, ferragens e rodapé. Há projetos atuais de arquitetura coorporativa que incluem modelos com estrutura de alumínio, que é leve e resistente.

Já no que diz respeito ao acabamento das divisórias, o leque de opções é grande: vidros inteiros (o laminado é o mais indicado, pois, em caso de acidentes, não se fragmenta), MDP, acrílico, MDF imitando laca, tecidos etc. O acabamento mais requisitado é o vidro, que, por ser transparente, divide os ambientes ao mesmo tempo em que os mantém integrados. Para garantir a privacidade das salas de gerentes e diretores, uma boa opção é o modelo com vidro duplo (que oferece isolamento acústico) e persianas (que podem ser mantidas abertas ou fechadas).

Acessibilidade

A Norma Técnica NBR 9050/2004, da ABNT, que discorre sobre a acessibilidade a edificações, ao mobiliário, a espaços e a equipamentos urbanos, determina que edifícios coorporativos devem ter rampas e elevadores que facilitem o acesso; portas largas o bastante para a passagem de cadeiras de rodas; sanitários para deficientes físicos e sinalização para pessoas com deficiência visual ou auditiva, entre outras características. A norma também estabelece como deve ser a inclinação das rampas, do piso e dos corrimãos e a altura dos balcões da recepção, entre outras medidas.

Um projeto de arquitetura coorporativa com acessibilidade deve seguir algumas regras básicas:

- A porta de entrada do prédio deve ter, no mínimo, 0,80 m de altura, e maçanetas tipo “alavanca” ou automatizadas;
- O piso interno deve ser contínuo (sem desníveis) e autoderrapante;
- Nos banheiros, está proibido o uso de granitos polidos e porcelanatos brilhantes;
- Carpetes não podem ser muito espessos para não travar cadeiras de rodas;
- Os cantos de paredes e móveis devem ser arredondados para evitar que pessoas com deficiência visual se machuquem;
- Escadas e rampas devem ter pisos táteis em seu início e término;
- Salas e banheiros devem ter placas sinalizadoras em braile na porta de entrada.

A matéria “Acessibilidade coorporativa já é um direito de todos” traz informações mais detalhadas sobre o tema.

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